Me perguntaram se eu ia começar a trazer mais assuntos de AI, no sentido de pentest. E realmente vou. Acho que o emprego que mais vai sobreviver depois ali de 2030 é realmente encontrar falhas que AI produzem
Acho que a proxima etapa vai ser a gente ser triagers do que as llm acharem
Me mandaram uma mensagem pedindo o link do grupo pra voltar pq tinha apagado a conta do telegram

Pra mim quando voces fazem isso é pq tao foragido
Sobre fuzzing, o que voces usam pra encontrar arquivos e diretorios (essa pergunta vou direcionar pra mostrar uma que uso aqui que muitas vezes as pessoas nao conhecem)
Ambos são livros importados, caso você queira tê-los fisicamente. Então deve considerar como um investimento aos estudos.
Que livros eu recomendo para se aprofundar em pentest web? DOIS!

- The web application hacker's handbook -> Vai te mostrar um olhar ofensivo sobre as tecnologias mais conhecidas, sobre os controles do browser etc
- HTTP - The Definitive Guide -> Vai te mostrar de forma INTENSA como as coisas deveriam funcionar e como foram projetadas, te dando um embasamento MUITO FODA sobre tudo de web

Tenho ciência de outros, mas são esses que recomendo
Part 2
Foi assim que o conhecimento realmente avançou.  
  
Quando Linus Torvalds escreveu numa lista de discussão que estava criando um sistema operacional “só por hobby”, ele não estava pedindo permissão. Décadas depois, o que começou como curiosidade roda o mundo.  
  
Não foi construído por contrato. Foi construído por confiança.  
  
Essa confiança é a anatomia da nossa gente: Ingênua o suficiente para compartilhar. Obcecada o suficiente para entender. Idealista o suficiente para acreditar que conhecimento aberto vale o risco, mesmo sabendo que o mercado pode fechar. Sabendo que podem lucrar em cima. E ainda assim publicando.  
  
Porque o símbolo hacker nunca foi "o exploit". Foi a confiança.  
  
Existe uma ironia que poucos admitem: o mesmo cérebro que detecta phishing em dois segundos, no mundo real ainda acredita nas pessoas. Exploramos vulnerabilidades em máquinas. Mas blindamos (ou tentamos blindar) as nossas. E quando alguém estende a mão, quando alguém responde um post às três da manhã, quando alguém compartilha seu conhecimento, algo muda. Não só o que sabemos, mas quem somos.  
  
Terry Davis construiu um sistema operacional inteiro sozinho. TempleOS foi escrito praticamente em assembly, por anos. Genialidade nunca foi o problema. O isolamento foi. Sem comunidade, até a mente mais brilhante pode implodir sobre si mesma.  
  
E talvez seja por isso que cada repositório aberto importa. Cada resposta paciente importa. Cada “valeu pela indicação” importa.  
  
É a nossa recusa coletiva ao isolamento.  
  
O mercado hoje sabe que precisa de nós. Mas antes disso, nós já sabíamos que precisávamos uns dos outros. Porque alguém que carrega uma paixão incompreendida só precisa encontrar quem a entenda. E, quando isso acontece, nunca mais está sozinho.  
  
Se existe um dever hacker, é esse: nunca deixar a faísca queimar sozinha. Porque, muitas vezes, o que parece estranho é apenas o começo de algo que ainda não encontrou quem o compreenda. Se o mundo não entende a forma como você pensa, talvez seja porque você ainda não encontrou quem compartilhe a mesma obsessão. O que parece fora do lugar, muitas vezes, é só a faísca esperando outra para acender.
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